Dramaturgia Baiana

Cleise

Cleise Mendes

Estreou como dramaturga em 1975, com o musical Marylin Miranda. Sua produção, a partir daí, situa-se na fronteira entre a literatura e o teatro, em um trabalho ininterrupto de criação e adaptação de textos para teatro, com dezenas de peças já encenadas. Parte dessa dramaturgia encontra-se publicada, como: Lábaro Estrelado, Bocas do Inferno, O Bom Cabrito Berra, Castro Alves, Marmelada: Uma Comédia Caseira, Noivas (SECULT, 2003). Recebeu o Troféu Martim Gonçalves de Melhor Texto por A Terceira Margem (1981), o Troféu Bahia Aplaude de Melhor Autor pela peça Castro Alves (1994) e o Prêmio Braskem de Teatro, de Melhor Autor, por Joana d’Arc (2010). Publicou contos e poemas esparsos em jornais e coletâneas de jovens autores (Novíssimos contistas da Bahia, 1974), até o primeiro livro “solo” de poemas: Ágora – Praça do tempo (Salvador: FCEBA, 1979), e, mais recentemente, O Cruel Aprendiz (Salvador: EPP, 2009). Foi premiada como contista pela Revista Ficção (Rio de Janeiro, 1976) e publicou contos reunidos em A Terceira Manhã (Rio de Janeiro: Imago, 2003). Em 2011 publicou seu primeiro livro para crianças: Gabriel e o Anjo da Bagunça (Salvador: Edições Caramurê). Como teórica e ensaísta, publicou A gargalhada de Ulisses: a catarse na comédia (São Paulo: Perspectiva, 2008 – Indicado ao Prêmio Jabuti na categoria Teoria e crítica literária), As Estratégias do Drama (Salvador: EDUFBA, 1995) e Senhora Dona Bahia – Poesia Satírica de Gregório de Matos (Salvador: EDUFBA, 1996), além de inúmeros artigos em periódicos sobre teatro e literatura. Em 2008, criou o grupo de pesquisa Dramatis – Dramaturgia: mídias, teoria, crítica e criação, formado por pesquisadores de várias áreas, cuja produção organizou no livro Dramaturgia, ainda: reconfigurações e rasuras (Salvador: EDUFBA, 2011). É doutora em Letras, professora da Escola de Teatro da UFBA, pesquisadora do CNPQ e membro da Academia de Letras da Bahia.

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