Dramaturgia Baiana

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Denisson Palumbo

Soteropolitano desde 1988. Gente das artes cênicas, das letras e da música. Graduou­se em Letras Vernáculas (Licenciatura) em 2013

Como ator conta com alguns espetáculos e performances realizadas: “Quem descobriu o amor?” (Dir: Carla Lopes, Festival Cidade Cria Artes de Cidadania, 2005); “Velosidade Máxima” (Dir: Fábio Vidal, Conexões Vidal, 2011); “O planeta dos palhaços” (Texto: Loureço Pascoal e Dir: Ramón Reverendo, Conclusão do Curso Livre de Teatro SESC­Casa do Comércio, 2012); “A história de um infame que virou papa” (Texto: Jorge Luis Borges e Dir: Denisson Palumbo, Cena curta, Temporada Verão Cênico, 2014) e “Corpo­ficção” (Concepção de Simone Rotodano, 2014).

Numa breve experiência com cinema, em 2011, participou do CINE ART’S, quando esteve no elenco dos curtas: “É o que pode ser”, Dir. Cláudio Zakka, ficção, 5’12” e “Três Mãos”, Dir. Claudio Zacca, ficção, 13’21”, ambos exibidos na Sala Walter da Silveira.

Como dramaturgo escreveu sua primeira peça em 2011, em coautoria de Clarissa Rebouças e supervisão de Claudio Simões: “Pavio Curto”, um espetáculo musical – no qual foi letrista – esteve em cartaz no Cine­Teatro Solar Boa Vista e no Centro Cultural Plataforma; sob a coordenação de Fernando Guerreiro e a direção de Fernanda Júlia.

Ainda no mesmo ano, apresentou seu primeiro texto completamente autoral: “Defeito de fabricação”, no Projeto “SESC Dramaturgia: leituras em cena”, no Teatro SESC­Casa do Comércio, Sala 10, sob sua direção.

E “As mortes e o triunfo de Rosalinda”, uma adaptação do conto homônimo de Jorge Amado, em coautoria com Adriana Oliveira e orientação de Gil Vicente Tavares, foi publicado pela editora Casa da Palavra (Fundação Casa de Jorge Amado) no livro: “Do conto à cena, reinventando Jorge Amado”, em Janeiro de 2012, e, em Dezembro do mesmo ano, participou do projeto “SESC Dramaturgia, leituras em cena”, no Teatro SESC­Pelourinho, na forma de leitura encenada, com direção musical de Eduardo Lago e direção de Denisson Palumbo. Em 2013, teve o texto “A volta de Xanduzinha” como um dos selecionados para a publicação: “Nova Dramaturgia Baiana”, da GIOSTRI Editora, e este integrou o I Festival C.I.C.L.O (Ciclo Inédito e Contemporâneo de Leituras de Obras), no Teatro Gamboa Nova; numa leitura dramática dirigida por João Figuer. Em 2014, Denisson Palumbo foi contemplado pelo Edital Setorial de Literatura, da Fundação Cultural do Estado da Bahia, para a criação dramatúrgica de uma adaptação de “A história universal da infâmia”, obra de Jorge Luis Borges. Esta adaptação (paródia) sob o título de “INFAMES” é seu texto mais recente. Além das obras inéditas: ”: “Pirão de ouro” e “Bendengó ano 2000”, que concorreram ao Edital Coleção Dramaturgia (EDUFBA, 2014), e que se pretendem ser “dramas históricos.

Já como poeta, teve textos selecionados para a programação cultural do XIII Encontro Nacional de Estudantes de Artes, 2009: “Poematizando, poemas para fotos”; para a “Mostra Universitária de Artes: UFBAEMCENA”, com “Redondilha Redondeza”, 2011, Literatura de Cordel. Denisson Palumbo também teve poemas no repertório do programa “Minutos de Poesia”, Rádio Educadora FM – IRDEB, em 2011, e nesse mesmo ano apresentou o “Recital Palavra­Mor”, no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura. Como integrante do “Movimento Colaborativo Sextas Poéticas”, realizou saraus no Instituto de Letras da Univeridade Federal da Bahia, entre 2009 e 2011, e participou da 1ª edição do projeto “Ações Poética nas Comunidades”, Solar do Unhão, Salvador, em 2012. Em 2013, foi premiado pelo poema “Exu de Basquiat ou Poema de Sete Encruzilhadas”, 3º lugar no Concurso Literário do “II Fórum Internacional 20 de Novembro”, e se apresentou na “7ª Primavera dos Museus: Museus, memória e cultura afro­brasileira”, com o “Recital Palavra Encruzilhada”.

Também em 2013, participou do Documentário “Presente Cordel”, produzido por estudantes de Comunicação Social da Faculdade da Cidade (Salvador – BA), e em parceria com o cordelista Sérgio Bahialista. Em 2014, recebeu menção honrosa, no Concurso Literário “Sarau da Onça”, pelo poema “Berimbau Barroco que foi publicado no livro “O diferencial da favela. Poesias quebradas de quebrada”, que também conta com o poema “Afrodisíaca”. É um dos realizadores do projeto “Sarau da Cor”, que mistura poesia e grafite, e desenvolve atividades educativas em escolas públicas, junto com o artista plástico e grafiteiro Samuca Santos.

E, tendo passado pelo “Instituto Eletrocooperativa”, em 2008, e pela “Escola Profissionalizante de Música Pracatum”, em 2009, Denisson Palumbo se joga na música e já tem algumas canções ao vento… “Todo queda”, letra musicada por Erick de Almeida, da Banda Baluarte (João Pessoa – PB) e “Calma bomba”, letra musicada por Tilson Santana, da Banda Diamba (Salvador – BA). Além de canções autorias em parceria com músico, compositor e regente Eduardo Lago.

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