Dramaturgia Baiana

ED

Ed Anderson

Mestre em Ciências Sociais/ Antropologia, PUC São Paulo, 2012; Pós Graduado em Critica de Cinema, FAAP, 2009; Bacharel em Artes Cênicas, Universidade Federal da Bahia, 1995. Autor do livro Dionisiacas – Cenas Teatrais e de diversos artigos e textos teatrais como Aqueles que Fingem, publicado na Revista Aparte XXI do TUSP, 2012; Na África não tem Cowboy, lido e debatido no Festival Internacional A Cena Tá Preta, Salvador, 2012  e na Mostra Melanina Acentuada no Teatro de Arena Eugênio Kusnet – Funarte, São Paulo, 2013; Mulheres no Espelho, premiado com publicação no Prêmio Vertentes 2012, pela Universidade de Goiás; Os Dois e Aquele Muro, premiado com publicação pelo ProAc 2011; As Coisas Belas do Lixo – premiado com publicação no V Concurso Nacional de Literatura 2004, promovido pela Fundação Cultural da Bahia e Dois por um Bordeaux, Menção Honrosa no Concurso Nacional de Literatura Cidade de Belo Horizonte, 2007. Em 1998 foi pesquisador do CNPq com o projeto A Dramaturgia Baiana no Teatro Contemporâneo, orientado pelo professor Armindo Bião. Como ator trabalhou nos espetáculos Canudos, 1994, direção Paulo Dourado e As Troianas, 1995, direção Ewald Hackler; cinema: Lamarca, de Sergio Rezende e Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky. Implantou o projeto Maturarte, 1992-1996, em parceria com a FAPEX e Funceb. Com o Núcleo C.U.L.T. em São Paulo, dirigiu os espetáculos Hamlet em Pedaços; Insones 3X4; O Poço e O Beijo do Homem. Escreveu a Trilogia da Dor para o grupo Perna de Palco-MG, 2009-2012. Atua no setor socioeducativo do Sesc São Paulo. Membro da equipe de curadoria da mostra SOLUS 2010- 2013, Ipatinga-MG. Integrante do júri do FETACAM, Festival de Teatro de Campo Mourão-PR. 2008/2012.

 

Contato – ed.anderson@uol.com.br

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