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“Um Vânia, de Tchekhov” segue temporada gratuita até 10 de dezembro

O espetáculo “Um Vânia, de Tchekhov”, que estreou em 30 de novembro, segue com temporada aberta ao público até o dia 10 de dezembro. As sessões acontecem no Palacete das Artes, sempre de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. A montagem, uma parceria entre a Companhia de Teatro da UFBA e Teatro NU, tem direção de Gil Vicente Tavares e reúne no elenco Alethea Novaes, Gideon Rosa, Isadora Werneck, Marcelo Flores e Marcelo Praddo. As senhas de acesso são limitadas a 40 por dia e distribuídas gratuitamente duas horas antes de cada sessão.

O espetáculo é uma adaptação da obra original “Tio Vânia” (1897), do dramaturgo russo Anton Tchekhov. A montagem foi concebida para homenagear o ator Gideon Rosa, artista que tem no seu currículo atuações memoráveis em espetáculos da Companhia de Teatro da UFBA, que lhe renderam prêmios e o reconhecimento de público e crítica. O projeto coloca em cena os cinco personagens centrais da trama e traz o público para dentro da ação, abrindo mão da “quarta parede”. Essas características farão dessa uma versão mais dinâmica e sintética de Tchekhov.

SERVIÇO

O que: Espetáculo teatral “Um Vânia, de Tchekhov”

Onde: Palacete das Artes – Rua da Graça, 289

Quando: 3, 7, 8, 9 e 10 de dezembro (quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h)

Quanto: Gratuito, com senhas distribuídas 2 horas antes de cada sessão

Realização: Escola de Teatro da UFBA e Teatro NU

Produção Executiva: Ai! Peroca Produções – Ana Paula Prado

Apoio Financeiro: Pró-Reitoria de Extensão – Proext

Informações: (71) 9 8853-4654 / anapaulaprado68@outlook.com (Ana Paula Prado)

ATENÇÃO

Esclarecimentos sobre a limitação de ingressos para “Um Vânia, de Tchekhov”

O Palacete das Artes é um casarão tombado em 1986 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) e recuperado, de 2003 a 2007, pelo Governo do Estado da Bahia. Essa configuração determina que inúmeros cuidados especiais sejam tomados durante a realização de um evento de qualquer natureza. “Um Vânia, de Tchekhov”, em especial, é apresentado no sótão, espaço no terceiro andar que demanda ainda mais atenção.

O teatro exige uma maquinaria complexa (cenário, refletores, mesa de som etc.) e uma equipe extensa (tais como atores e técnica) e, considerando isso, arquitetos do IPAC determinaram a limitação de público durante as apresentações. Uma sobrecarga de peso poderia acarretar em danificação do prédio e, consequentemente, em prejuízo para a segurança dos presentes.

Desse modo, o espetáculo foi adequado para 45 pessoas: 35 participantes do público geral, que podem acessá-lo por meio do recebimento de senhas sempre duas horas antes de cada sessão, além de 10 convidados (parceiros, professores e apoiadores do projeto).

Além disso, é um projeto especial, com atores convidados, e que precisava estrear esse ano. Foi feito em caráter diferenciado, já sabendo que não haveria pauta no Martim Gonçalves, e procuramos teatros que pudessem suportar um número maior de pessoas. No entanto, por ser um projeto que surgiu subitamente, todos os teatros com a configuração adequada para o espetáculo já estavam com suas pautas ocupadas, o que nos levou a procurar espaços alternativos. Isso acabou dando um charme diferencial ao projeto, já concebido para ser com plateia dos dois lados. Portanto, há todo um diferencial no projeto, como espaço, temporada, quantidade de público, etc. Infelizmente, era isso, ou devolver o dinheiro e não realizá-lo.

Gostaríamos de reunir um público infinito e não deixar ninguém voltar para casa sem ver um Tchekhov, no entanto, temos que ser coerentes com a dinâmica do espaço e do patrimônio cultural público.

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